Em 02 de 2002 recebemos na empresa a visita do gerente do Banco Santander e ele nos informou que estava vindo à empresa para fazer uma entrevista com os empregados, incluindo eu.
Passados em torno de oito dias o mesmo gerente retornou, entregando-me dois talões de cheque. Ao me pedir que assinasse o protocolo de entrega, disse a ele que não me interessava em trabalhar com tal banco.
Ele me alegou para não me preocupar, pois, os talões estão bloqueados e se eu não os desbloqueasse em 90 dias ele mesmo trataria do encerramento da conta.
Uma semana depois recebi em casa um cartão do mesmo banco e dias depois um envelope com a senha do cartão, que sugeria que ligasse para a agência bancaria para efetuar o desbloqueio do cartão.
Meses se passaram e, quando havia ultrapassado o período dos 90 dias, liguei para agência, pois havia recebido uma correspondência com taxa de movimentação financeira.
O gerente que se encontrava naquele momento e o mesmo disse que iria excluir tais tarifas.
Nos meses subseqüentes voltei a receber a mesma comunicação e a cada mês entrava em contato com a agência. Ao final disseram que iriam encerrar a conta com o que prontamente concordei.
Agora, em 04 de 2007, recebi uma correspondência dizendo que meu limite de crédito havia superado ao especial e que meu nome estava sendo encaminhado para o SERASA por motivo de débito junto a aquela entidade financeira. Crédito este que nem sequer sabia que existia.
Fui até o Banco, falei com a gerente da conta, que eu acreditava não mais existir. Até então não tenho resposta, apenas soube pelo gerente que as taxas que o banco cobrara, mês a mês chegou a atingir o valor do cheque especial.
A pergunta é: o que fazer? Talvez tenha alguém que possa me orientar a respeito do ocorrido.
Primeiro sugiro que procure o Procon de sua cidade para ofertar reclamação em desfavor da instituição financeira.
Em seguida, procure por um profissional de sua confiança que atua na área jurídica para melhores esclarecimentos. Sucessos!