Risco de deterioração e até presença de pêlos de roedores eliminaram mais de 20% dos molhos de tomate do nosso teste. Entre os que sobraram, não foram muitos os que se salvaram.
Cada vez as pessoas têm menos tempo para preparar suas refeições com calma, utilizando ingredientes naturais e frescos. Assim, o molho de tomate – presente em macarronadas, pizzas, lasanhas e diversos outros alimentos – raramente é feito em casa.
É muito mais prático comprar uma lata (ou caixinha) desse molho e utilizá-lo nas receitas caseiras. Devido ao seu uso tão difundido, a Pro Teste foi ao mercado e comprou 30 molhos de tomate (9 marcas vendidas em caixa longa vida, sempre de 520g, e 21 em latas de 340g)
No final, os resultados ficaram longe de ser bons – metade das marcas apresentou resultados ruins e sete chegaram a ser eliminadas do teste. Os problemas se devem à falta de esterilidade comercial ou presença de pêlos de roedores, o que denota, em ambos os casos, falta de higiene e fiscalização.
Outro destaque negativo – e que explica em parte as falhas encontradas – foi a legislação ainda incompleta sobre o assunto, o que deixa os consumidores, mais uma vez, reféns da boa vontade dos fabricantes.
Confira como foi feito o teste clicando nos tópicos abaixo:
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