Fáceis de usar, mas pouco econômicos
Para saber se os televisores são fáceis de usar, avaliamos seus menus, os controles remotos e as instruções de seus manuais. O Sony teve o menu mais fácil de navegar (A). Ele é claro e não deixa o consumidor em dúvida sobre as diversas funções. Os manuais de instruções também foram bons, deixando um pouco a desejar apenas o do Samsung e o do Cineral (C).
O maior problema que encontramos nesse item foi o controle remoto do Cineral (D). Ele tem um formato anatômico e confortável, mas as teclas são pequenas e muito próximas, apesar de ele ser grande. A simbologia utilizada não foi das melhores, visto que alguns só são identificados após serem lidos no manual e seu raio de alcance também poderia ser melhor. Esse controle remoto é alimentado por duas pilhas pequenas, perdendo apenas para o Sony no maior consumo de pilhas.
O aparelho mais simples de utilizar é o Philco, que apresenta o melhor manual de instruções, seu controle remoto é bom e seu menu possui uma estrutura que permite um acesso rápido e simples às funções desejadas.
Por fim, medimos o quanto cada aparelho consome de energia, tanto em uso como no modo stand-by. O vilão do consumo elétrico é o Gradiente, que em standby consome 7,6Wh por hora, enquanto já é tecnicamente possivel construir aparelhos que despendem menos de 1Wh. Quando em uso, o seu consumo é aceitável (cerca de 89Wh a cada hora), mas o consumo em stand-by não pode ser ignorado porque a maioria dos aparelhos passa grande parte do tempo desligada.
Um televisor Gradiente que passe cinco horas em uso gastará 445Wh, mais 144,4Wh pelas 19 horas que ficar em stand-by, por dia. Outro aparelho que chamou a atenção pelo alto consumo de energia foi o Panasonic. Por outro lado, o Philco é o que gasta menos energia elétrica. E isso, sobretudo, porque em stand-by ele consome 1,3Wh.