Televisores poderiam ser um pouco mais versáteis
Os televisores hoje não são apenas meros receptores dos sinais das emissoras de televisão. Eles devem, entre outras coisas, possibilitar que os consumidores assistam a filmes gravados em videocassetes ou em DVDs, joguem video game com seus consoles e exibam as fotos gravadas no cartão de memória de suas máquinas fotográficas digitais.
Por isso, quanto mais entradas um televisor tiver, mais aparelhos periféricos poderão ser ligados a ele. Um televisor deve ter, pelo menos, três entradas de vídeo (AV) para não ser muito limitado e uma delas deve estar, de preferência, em sua parte da frente ou na lateral. Quem quer ter o incômodo de virar um aparelho de TV toda vez que quiser mostrar na tela as fotos tiradas durante as últimas férias?
Além da quantidade de entradas de vídeo, é preciso saber de quais tipos elas são. As melhores imagens são provenientes de entradas por componente, aquelas que dividem
o sinal de vídeo em três partes e que são disponíveis em todos os leitores de DVD. Em relação às ligações de áudio, todos os aparelhos possuem ligações estéreo.
Entre os modelos testados, Philips, Sony e LG são os melhores em relação às entradas de vídeo e áudio. Eles possuem, na parte traseira, duas entradas de vídeo composto,
uma S-vídeo e uma de vídeo por componentes. Eles têm também, na parte frontal ou lateral, uma entrada de vídeo composto mais uma de áudio estéreo para facilitar o uso temporário de outros aparelhos.
O televisor CCE é o mais limitado em relação às entradas de áudio e vídeo. Ele é o único aparelho que não possui uma entrada de vídeo por componentes, o que impossibilita o consumidor tirar o máximo proveito da qualidade de imagem gravadas em DVDs.