Testamos cinco aparelhos de ar condicionado bem a tempo do verão. Com as mudanças no clima, é cada dia mais difícil imaginar a passagem de um ano sem o uso de uma máquina dessas. Dependendo da região, você pode usar mais ou menos, numa época ou noutra,
mas vai desfrutar do ar fresco artificial.
Talvez só não sejam mais populares pelo seu alto custo, tanto de compra quanto de uso. O ar condicionado sozinho pode elevar em 50% a conta de energia elétrica de uma casa.
Existem modelos de chão, parede, split, centrais e até portáteis no mercado, de capacidades e tamanhos diferentes, cada um com um uso. Eles podem operar com ar quente e frio ou somente frio. Os modelos de janela, que operam com ciclo frio, detêm a maioria do mercado e, por isso, foram alvo do nosso teste.
O princípio de funcionamento do ar-condicionado é, basicamente, o mesmo das geladeiras: retirar o calor de um ambiente confinado e mantê-lo frio. Todos os que testamos trabalham da mesma maneira: em máxima potência, até atingir um grau acima do solicitado e, depois, desligam o compressor, religando-o quando a temperatura tornar a subir. Isso gera variação de temperatura e de ruído ao longo do uso.
Como fizemos o teste
Testamos cinco modelos de ar condicionado, todos abaixo de 9.000BTU/h – faixa que corresponde a mais de 60% dos aparelhos vendidos. Todos em torno de 7.500BTU/h, o que tem poder de refrigerar um ambiente de até 12m2. Avaliamos o desempenho dos aparelhos, a qualidade e a clareza das informações presentes no manual de instruções, a praticidade de uso, o consumo de eletricidade, o ruído e a segurança.