Produtos são bem parecidos
Os ventiladores testados tinham hélices de 30 centímetros, três velocidades e potências entre 45 e 80 watts. Como eles são concebidos como portáteis, avaliamos seu peso e todos são de fácil deslocamento. O modelo mais leve e menor (Bluesky) pesa 20% a menos que os mais pesados (Arno e Britânia).
Britânia e Mallory trazem pegas para facilitar o deslocamento, mas elas não são eficazes para pessoas com mãos grandes. Todos os ventiladores podem ser presos à parede, menos o Arno. Porém, eles não trazem parafusos e buchas para tal. Fixamos os ventiladores às paredes e todos os modelos trepidaram, exceto o Britânia. Todos os aparelhos podem ter as hélices inclinadas para direcionar
o vento, sendo o Mallory o que mais inclina no modo “parede” (180°) e o Bluesky ,o que menos (53°).
Na avaliação das instruções, o Britânia foi o pior avaliado (D/E), não apenas por ser o único a trazer as informações na caixa do produto, que pode ser facilmente descartada, mas porque essas informações são pouco claras. Arno e Mallory empataram com as melhores informações ao consumidor (A/B), trazendo instruções e gravuras esclarecedoras.
São fáceis de limpar, mas...
O item “facilidade de uso” abrange as avaliações do cordão de alimentação, da facilidade de limpeza e da montagem. Os ventiladores testados são fáceis de limpar e apenas o Arno (A/B) e o Britânia (B) não foram considerados muito bons por apresentar alguma resistência para a retirada ou da grade frontal ou das hélices para limpeza. O Arno é também o ventilador mais difícil de montar (B/C).
O problema deste item foi mesmo o cordão de alimentação. O ideal é que o cordão de alimentação tenha entre 1,8 a 2,0 metros de comprimento, o que evita o uso de extensões para ligar o aparelho. Nenhum passou dos 1,8m, sendo o cabo do Arno o menor, com apenas 1,45m. No mais, apenas o Britânia possui um compartimento para guardar o cordão de alimentação quando o ventilador não está em uso.