Depois analisamos a quantidade das tão indispensáveis fibras, que desenvolvem um papel importante para regular o trânsito intestinal. Graças a elas, outras substâncias energéticas e vitamínicas são encaminhadas para o aparelho digestivo e digeridas pelo organismo. O consumo de fibras aconselhado pelo Instituto Nacional do Câncer dos EUA é de 20 a 30 gramas por dia.
Consideramos, então, um valor de 7,5 gramas aceitável para as fibras fornecidas pelos substitutos parciais de refeição. E, ao contrário do que se imaginava, estes produtos não fornecem muitas fibras. Aliás, nenhuma marca teve uma classificação melhor do que “regular” (D). Ainda avaliamos a quantidade de minerais nos produtos.
Todas as marcas apresentaram boa contribuição de cálcio, principalmente por ser preparadas com leite. Quanto ao ferro e ao sódio, não houve grandes problemas. O único caso destoante foi o do In Natura, que tinha uma concentração muito pequena de magnésio. Em relação às vitaminas, a boa avaliação se repetiu. Com exceção da A, que aparecia em excesso em todas as marcas, o que pode, a longo prazo, acarretar em problemas como dores ósseas e das articulações, todas as demais continham vitaminas na medida certa.
Uma marca boa na degustação
Um produto que se define como substituto de refeições não deve ser somente nutricionalmente adequado. Para ele ser aceito como um alimento, e não um remédio, deve ser gostoso e ter um aroma que dê vontade de prová-lo. Contudo, na prova de degustação, vimos que apenas uma marca foi considerada boa – a Diet Way (B). Os degustadores elogiaram, principalmente, o sabor, a consistência e o aspecto do produto. Já o Herbalife (C/D) teve as maiores críticas, como “muito diluído” e “muito doce”.