Para descobrir se os aparelhos são também seguros, submetemos cada um deles a uma série de avaliações em relação à construção, à resistência e à corrente elétrica. O mínimo esperado seria que não fosse possível tocar partes eletrificadas, que podem dar choques, ou que aquecem; que o motor fosse resistente à umidade e a fiação interna, bem fixada. Só não foram encontradas irregularidades no aterramento do Dako. Todos os demais tinham fios terra mais curtos do que os cabos de alimentação.
Por outro lado, no Dako, sem esforço, foi possível tocar partes eletrificadas, e por isso ele foi eliminado. O Continental foi considerado inseguro e eliminado pelo mesmo motivo e, também, por falhas na ancoragem do cordão de alimentação. Ou seja, é possível movimentar o fio e até arrebentá-lo, no caso de um puxão involuntário.
Os frost-free são os mais caros
Comprar um freezer definitivamente não exige muito esforço. Eles podem ser encontrados em lojas de eletrodomésticos, hipermercados e até mesmo pela internet, com facilidade, nas duas voltagens utilizadas no Brasil (127 e 220 volts) e sem variação de preços para diferentes voltagens.
Porém, na pesquisa que fizemos, apenas em estabelecimentos físicos, a variação de preços entre os freezers e até de um mesmo produto para diferentes lojas já vale uma boa caminhada. Os modelos frost-free, que podem lhe poupar um bom tempo na manutenção rotineira do aparelho, são os mais caros. Mas também são os que mais variam de preço. Com a diferença entre o preço mais alto e o
mais baixo do Brastemp, é possível comprar outro freezer de degelo manual.
Para facilitar sua escolha, calculamos ainda o custo de utilização durante dez anos. Isto é, contabilizamos, para cada freezer, o preço médio de aquisição e o consumo médio de energia durante dez anos, para saber quanto isso representaria no seu bolso no final de um ano.