Todos os freezers têm quase o mesmo tamanho. Por dentro, eles têm, no mínimo, seis gavetas. Mas apenas três modelos trazem portas reversíveis: Consul, Brastemp e Continental. Nenhum deles tem qualquer dispositivo de alerta de que as portas estão abertas, nem iluminação interna. E apenas os modelos da Electrolux possuem travaportas.
Quanto ao comprimento do cabo, todos eles foram considerados apenas aceitáveis (C). Embora se encaixem nas exigências da norma técnica, cabos de 1,51m (Brastemp) a1,66m (Electrolux FE) são pouco práticos se for preciso mover o freezer.
Controles simples e semelhantes
Todos os freezers trazem um termostato e um botão do sistema de congelamento rápido. Apenas os produtos da Electrolux trazem um
terceiro, de controle geral liga/desliga. Por isso, eles se destacaram dos demais neste quesito.
Na escala de graduação de temperatura, todos usam “MIN”, “MED”, “MAX”, com exceção do Continental, que traz uma graduação que varia de 1 a 7. Mas sem a informação de que temperatura equivale a cada medição, um não é melhor do que o outro.
Gastam muita energia
Todos os modelos que testamos consomem muita energia. Os frost-free gastam mais pela presença da resistência interna para o degelo
automático. Brastemp e Electrolux FFE consomem, respectivamente, 52,9 e 71,0 quilowatts-hora por mês, o que representa (segundo o valor médio da tarifa residencial da Aneel) um acréscimo de 14,88 e 20,00 reais na conta de luz.
Observe que a avaliação de consumo leva em conta o volume interno (que pode demandar mais ou menos refrigeração) e o isolamento
(que pode reduzir a perda de energia).