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Enquanto a tarifa da luz diminui, remédios, planos de saúde, gás, entre outros têm reajuste


O que diminuiu

Luz - A conta de energia elétrica no estado de São Paulo poderá ficar mais barata para quem gasta até 200 kw/h (quilowatts por hora) por mês. O valor do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas contas de luz foi reduzido. É ainda um projeto de lei e se aprovado, quem gasta até 90 kw/h por mês não pagará mais o imposto, mas só aquilo que consumir. Para quem gasta entre 91 kw/h e 200 kw/h ao mês, o ICMS vai baixar dos atuais 25% para 12%. As residências com gasto de energia superior a 201 kw/h ao mês continuarão a pagar 25% de ICMS.

O que aumentou

Pedágios - Os pedágios no Estado de São Paulo ficarão mais caros a partir de primeiro de julho. O reajuste será de 9,08% e baseado no IGP-M. Os motoristas que trafegam pelas rodovias Anchieta e Imigrantes sofrerão mais. O pedágio subirá de R$ 13,40 para 14,60. Na Castelo Branco, o valor será reajustado de R$ 8,60 para 9,40.

Salário - Foi reajustado em maio e a partir de primeiro de junho será de R$ 300,00. Este aumento vale tanto para os trabalhadores com reajuste pelo salário mínimo quanto para os beneficiários da previdência social.

Telefone -  As chamadas de telefone fixo para celular deverão ser reajustadas em 7,9%. Esse reajuste aguardava um acordo entre as empresas de telefonia fixa e celular quanto ao novo preço da tarifa de interconexão de redes.

Plano de Saúde - A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) fixou em 11,69% o teto para o reajuste das mensalidades dos planos novos de assistência médico-hospitalar individuais e familiares. São considerados planos novos os contratados a partir de janeiro de 1999.

Medicamentos - Os fabricantes de medicamentos já reajustaram os preços dos remédios obedecendo ao índice fixado pela Anvisa em 5,89%, 6,64% e 7.39%, faixas definidas segundo o nível de competição nos mercados a partir do grau de participação dos genéricos nas vendas.

Gás -  Companhia de Gás de São Paulo (Comgás) anunciou o reajuste entre 6,8% e 9,8% para a tarifa de gás residencial. O aumento varia de acordo com a faixa de consumo. Para os consumidores com medidores coletivos, o aumento é de 9,5% e para aqueles inscritos no Programa Aposentados, 1,5%.




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