Bancos
Carro
Concursos
Dicas de Brasília
Direitos
Dívidas
Documentos
Empregos
Fale com os Políticos
Imposto de Renda
Meu Dinheiro
Saúde
Telefonia
Trânsito
Links do governo
Executivo
Legislativo
Judiciário
Fale com a gente
Quem somos

Por que fazer um plano de previdência privada?


Acordo Ortográfico

Parar de trabalhar e aproveitar a vida na maturidade parece um bom plano para quem já dedicou mais de 30 anos à profissão. Entretanto, largar a lida diária e viver dos rendimentos da previdência social pode representar uma queda drástica no padrão de vida de muitas famílias.

Uma opção para os que pensam no futuro é investir em um plano de previdência complementar - também conhecida como previdência privada. A previdência privada é uma poupança de longo prazo, recomendada para quem recebe mais do que o teto de benefício da Previdência Social.


Como funciona?

Numa primeira fase, o poupador acumula renda, com seus depósitos regulares em fundos que rendem mensalmente. A porcentagem de rendimento varia de acordo com as aplicações feitas pelo administrador do plano.

O investidor pode escolher o valor que deseja depositar, por quanto tempo e quanto vai receber mensalmente no futuro. A legislação que regulamenta os planos não exige depósitos periódicos para alguns planos. Os depósitos podem ser feitos à medida que haja recursos disponíveis, dentro do que for contratado com o administrador.

Na segunda fase recebe o benefício acumulado, que chega no momento programado pelo poupador. Nesta fase, o valor acumulado durante o período não deixa de render enquanto é sacado.

Para receber o benefício, o investidor pode optar pelo saque integral do valor investido (pecúlio) ou pode escolher receber mensalmente uma parcela, que pode ser por um período determinado ou renda vitalícia.

A legislação permite que o contribuinte saque os recursos antes da fase de recebimento dos benefícios. No entanto, o participante precisa cumprir um prazo de carência, que varia conforme o tipo de plano. Nos planos de Garantia Mínima o prazo de carência é de 12 meses e nos PGBLs varia entre 60 dias e 24 meses. Os Fapis não têm carência, mas se ocorrer saque antes de completar um ano, o participante vai pagar 5% de IOF(Imposto sobre Operações Financeiras).

Após o vencimento do prazo de carência dos planos de previdência, o participante pode suspender ou cancelar o pagamento das contribuições. Nesse caso, para alguns tipos de contrato, como a taxa de carregamento cobrada é maior nos primeiros anos, a despesa com os custos pode reduzir o valor acumulado.




Matérias relacionadas
Quanto poupar para manter padrão de vida após a aposentadoria
Previdência privada é alternativa às limitações do testamento
Cuidados que se deve tomar ao contratar um plano de previdência
Conheça os tipos de planos de previdência complementar
Comece logo a pensar no futuro
PGBL ou VGBL. Eis a questão
Por que fazer um plano de previdência privada?
Como comprar títulos do Tesouro direto do governo
Aproveitando bem o salário de até R$ 1.000
Como investir através de Clubes de Investimento
Como investir em Fundos de Ações
Como investir usando o FGTS
Como investir sozinho
É possível (e fácil) investir na bolsa de valores
Como poupar e onde investir o seu dinheiro
Saiba como aproveitar oportunidades em leilões
Tira dúvidas da previdência privada