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Refrigerantes de cola com muita cafeína e pouca informação


A Pro Teste - Associação Brasileira de Defesa do Consumidor - testou a qualidade dos refrigerantes de cola e detectou vários problemas tanto na fabricação quanto na rotulagem do produto. Entre os mais graves, a associação descobriu que alguns ingredientes estão em excesso, o que pode fazer mal à saúde.

Depois de divulgada a pesquisa, o refrigerante Tina Pet Cola light foi retirado do mercado por determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). O rótulo do refrigerante, que é adoçado artificialmente, não informava a presença de aspartame em sua formulação. O produto coloca em risco a saúde de pessoas que sofrem de fenilcetonúria.

O teste comparativo foi realizado com os 13 refrigerantes de cola (9 convencionais e 4 light) mais vendidos. Outros problemas detectados foram: uma bebida anunciava cafeína, mas não tinha. Dois produtos não destacaram o fato de ser light. Cinco refrigerantes falharam na higiene, com a presença de bolores e leveduras que podem apressar a deterioração do produto. O fato de alguns produtos terem muita cafeína pode ser prejudicial para as crianças. A quantidade de açúcar presente nas colas tradicionais também deve ser outra preocupação para quem as consome em grande quantidade.

Veja como foi o teste e os resultados:

É proibida a utilização deste conteúdo para fins publicitários ou comerciais. A Pro Teste foi fundada em julho de 2001, por iniciativa do IPEG (Instituto Pedra Grande de Preservação Ambiental de Atibaia) e da Test-Achats, da Bélgica, instituição que defende o consumidor na Europa e que reúne mais 1,2 milhão de associados. A missão é informar, orientar, representar e defender os interesses do consumidor.