O uso do preservativo durante a relação sexual é a melhor e a mais segura forma de prevenção contra doenças sexualmente transmissíveis, como a AIDS, além de prevenir a gravidez. Na hora da compra, veja que cuidados tomar para você não entrar numa fria:
Na hora da compra e do uso
o consumidor deve certificar-se de que o produto contenha a identificação completa do fabricante ou do importador;
as informações sobre o número do lote e a da tade validade também precisam estar claras;
é muito importante que o consumidor verifique se a embalagem do preservativo traz o símbolo de certificação do Inmetro, cuja finalidade é comprovar a qualidade do produto. Clique aqui para acessar o site do Inmetro;
a nota fiscal deve ser exigida sempre. Em caso de problemas, a nota ou o cupom do ponto de venda asseguram o direito de poder reclamar;
se o preservativo for retirado gratuitamente em campanhas, o consumidor deve conhecer o nome da instituição responsável pela doação. O cuidado é necessário para que se saiba a procedência do material, quais são as garantias oferecidas e, em caso de dúvidas, pedir esclarecimentos.
cuidado com as ofertas de camisinha, vendidas por um preço muito baixo ou sem nota fiscal. Estes produtos podem ser falsificados;
por ser confeccionado em látex de borracha, o calor e a umidade deformam o preservativo, tornando-o impróprio para uso. Por isso, é melhor não comprar em camelôs, ambulantes, ou outros locais onde o produto fique exposto a condições desfavoráveis de tempo, como chuva ou sol.
o consumidor deve ler atentamente as instruções contidas na bula, geralmente impressas na própria embalagem, ou em outro material informativo.
não se deve utilizar preservativos que estejam muito tempo guardados em locais abafados, como bolsos de calça, carteiras ou porta- luvas de carro, pois ficam mais sujeitos ao rompimento. Deve-se evitar, igualmente, o uso de preservativos sobrepostos, pois também podem se romper com o atrito ou até mesmo se soltar/enrolar.
Denúncias
A Anvisa proibiu a comercialização e interditou o lote nº 060602-MD das camisinhas Falcon dos times de futebol Flamengo, Corinthians, Palmeiras e São Paulo. Todas apresentaram o mesmo número de lote, o que as caracteriza como falsas. As cópias reproduzem embalagens originais do preservativo produzido pela Indústria Nacional de Artefatos de Látex (Inal).
A Associação Brasileira de Combate à Fiscalização denunciou a venda do presevativo Olla falsificado. O lote falsificado pode ser identificado pelo n.º 210102-M3, que na verdade pertence a outro preservativo, o Lovetex aromatizado uva. A camisinha Olla não faz parte do programa de distribuição de presevativos do Ministério da Saúde. As irregularidades do produto falsificado são: a embalagem externa é mais larga, as letras estão impressas em dourado escuro, os selos de aprovação estão em apenas um dos lados da embalagem, as abas superior e inferior estão cortads em ziguezague e há uma frase com erro de português.
Os consumidores que encontrarem ou tiverem em casa esses produtos devem encaminhá-los às vigilâncias sanitárias locais. As denúncias podem ser feitas pelo Disque Saúde (0800 61 1997) ou pela Ouvidoria da Anvisa.