Dióxido de nitrogênio
O dióxido de nitrogênio (NO2) afeta tanto a saúde das plantas como das pessoas. Metade das emissões de NO2 provêm dos veículos, metade de automóveis e metade de veículos pesados. Os óxidos de nitrogênio em geral têm papel importante na formação de chuvas ácidas, sendo os responsáveis por 50% da acidificação das chuvas. Além disso, contribuem na formação do ozônio de baixa altitude.
O NO2 afeta o crescimento e induz a lesões em plantas mais sensíveis, enquanto nas pessoas produz irritações das vias respiratórias, redução das funções pulmonares e aumento da susceptibilidade a infecções viróticas.
Monóxido de carbono
Os carros são a maior fonte de monóxido de carbono (CO), respondendo por mais de 65% das emissões deste poluente. Uma das substâncias existentes mais tóxicas, reduz o transporte de oxigênio pelo sangue, provoca a diminuição da percepção, retardamento dos reflexos e sonolência.
Causa enxaqueca e afeta o sistema nervoso central, o coração e a oxigenação dos órgãos. Em grandes doses é fatal.
Hidrocarbonetos
Os hidrocarbonetos, combustíveis parcialmente queimados ou não queimados, são emitidos pelos carros e pelos depósitos e sistemas de transporte de combustíveis.
Podem ser cancerígenos - caso do benzeno - e causam irritação dos olhos, tosse e sonolência. Causam, também, danos ao meio ambiente, participando de reações com os NOx na atmosfera, sob a incidência da luz solar, formando agentes fotoquímicos como o ozônio.
Ozônio
O ozônio (O3) é o principal componente da névoa fotoquímica comumente denominada de smog. Nos seres humanos, causa irritação dos olhos, nariz e garganta, dores de cabeça, tosse e diminuição da função pulmonar.
O ozônio pode afetar a flora na cidade e fora dela. Na Califórnia, por exemplo, estima-se que o ozônio troposférico cause perdas anuais de 20% de cultivos como do algodão e da uva.